segunda-feira, 6 de agosto de 2018

Corrupção - fonte Wikipédia

Corrupção

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Disambig grey.svg Nota: Para a corrupção no Brasil, veja Corrupção no Brasil. Para outros significados, veja Corrupção (desambiguação).
Corrupçãocorrução ou corrompimento, em sentido lato, corresponde à ideia de decomposição. Na esfera das relações humanas em particular, está relacionado ao subornoː[1] ato ou efeito de se corromper, oferecer algo para obter vantagem em negociata onde se favorece uma pessoa e se prejudica outra. Busca oferecer ou prometer vantagem indevida a qualquer pessoa, para determiná-lo a praticar, omitir ou retardar ato de ofício, conforme o artigo 333 do Código Penal brasileiro de 1940.[2]
Segundo Calil Simão, é pressuposto necessário, para instalação da corrupção, a ausência de interesse ou compromisso com o bem comum. "A corrupção social ou estatal é caracterizada pela incapacidade moral dos cidadãos de assumir compromissos voltados ao bem comum. Vale dizer, os cidadãos mostram-se incapazes de fazer coisas que não lhes tragam uma gratificação pessoal".
Entre os crimes contra a administração pública previstos no Código Penal Brasileiro, estão o exercício arbitrário ou abuso de poder, a falsificação de papéis públicos, a má-gestão praticada por administradores públicos, a apropriação indébita previdenciária, a lavagem ou ocultação de bens oriundos de corrupção, emprego irregular de verbas ou rendas públicas, contrabando ou descaminho, a corrupção ativa e passiva, entre outros.[3]

Prescrição - fonte Wikipédia

No direito romano-germânico, a prescrição é um instituto que visa a regular a perda do direito de acionar judicialmente, devido ao decurso de determinado período de tempo.[1] De uma maneira concisa, pode-se dizer que a diferença básica entre ambas é que, enquanto a prescrição interrompe a possibilidade de se exigir judicialmente um direito, a decadência extingue o próprio direito. Nem sempre, no entanto, essa definição será facilmente percebida, de modo que, historicamente, causa dúvidas inclusive no meio jurídico, entre advogados, e doutrinadores.[2] Pelo direito comparado, a prescrição é equiparada ao statute of limitations (estatuto de limitações) da Common Law.

Impunidade - fonte Wikipédia em 6 de agosto de 2018

Impunidade é um conceito que pode ter um sentido objetivo (técnico) ou um sentido subjetivo (ligado a impressões individuais).
Do ponto de vista técnico, a impunidade consiste no não-cumprimento de uma pena por alguém formalmente condenado em virtude de um delito. Impunidade, nesse sentido, pressupõe, pelo menos, três premissas:
  • a certeza do delito: se uma pessoa "parece" culpada e está em liberdade, não se pode dizer que, tecnicamente, ela esteja impune;
  • o julgamento competente: somente uma Corte habilitada, obedecendo aos procedimentos previstos nos códigos de processo, pode determinar a punição;
  • o desfecho do julgamento: se a impunidade decorre da não-aplicação de uma pena, ela só vai existir quando o processo estiver concluído.
Do ponto de vista subjetivo, a impunidade consiste na sensação compartilhada entre os membros de uma sociedade no sentido de que a punição de infratores é rara e/ou insuficiente. Disso deriva uma cultura marcada pela ausência de punição ou pela displicência na aplicação de penas. Nessa “definição”, podem ser incluídos casos que não se enquadram no aspecto técnico acima descrito:
  • Lentidão excessiva no julgamento, que oferece ao suspeito mais liberdade do que "mereceria";
  • Penas mais brandas do que as esperadas pela sociedade ou parte dela.
A rigor, a distinção entre impunidade e morosidade da Justiça é subjetiva, tanto quanto a percepção sobre a gravidade da pena atribuída ao infrator. Em ambos os casos, ocorrem avaliações sem critérios objetivos pré-definidos e, por isso, sujeitas à opinião de cada pessoa. Obviamente, pode-se argumentar que existiria um valor quantitativo nessa avaliação - ou seja: se a maioria da população julga que uma pena é branda ou que a Justiça é lenta, isso seria suficiente para identificar a existência da impunidade. Entretanto, além de essa "quantidade de opiniões" ser imprecisa, é controversa, no Direito, a idéia de que a razão legal deva derivar do clamor público, às vezes marcado por forte grau de irracionalidade.
Outra compreensão subjetiva de impunidade diz respeito a situações em que o próprio sistema judiciário absolve alguém que seja "sabidamente" culpado. Mais uma vez, trata-se de uma percepção pessoal, uma vez que não existiriam formas externas à Justiça para determinar a responsabilidade de alguém suspeito de um delito. A opinião pública, eventualmente estimulada por certas informações ou avaliações difundidas pelos meios de comunicação, pode acabar fazendo um pré-julgamento em que considera culpado um indivíduo que a Justiça absolveu, ou seja, de acordo com o que se fala no texto, impunidade no modo subjetivo não passa apenas de uma visão povo, onde qualquer pena ou atitude tomada pelos que comandam a decisão da sentença a ser tomada, ou que estão envolvidos no caso de maneira a acusar o réu são inversa da vontade do povo, pode-se dizer que será declarada a impunidade de tal situação. A impunidade se revela como conseqüência da ineficiência do sistema penal, porque a lei penal foi criada como forma de tutelar os bens jurídicos importantes, e a falta de punição consubstancia em afronta à sociedade que abriu mão da vingança privada para ter seus conflitos de interesses equacionados pelo estado.

Improbidade administrativa fonte Wikipédia

Improbidade administrativa é o ato ilegal ou contrário aos princípios básicos da Administração Pública, cometido por agente público, durante o exercício de função pública ou decorrente desta. Segundo Calil Simão, o ato de improbidade qualificado como administrativo (ato de improbidade administrativa), é aquele impregnado de desonestidade e deslealdade.[1]

sábado, 14 de julho de 2018

Queda da Bastilha - Wikipédia

Tomada da Bastilha

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Tomada da Bastilha
Parte da(o) Revolução Francesa
Prise de la Bastille.jpg
Prise de la Bastille por Jean-Pierre Houël
Data14 de julho de 1789
LocalBastilhaParisFrança
DesfechoBastilha tomada, início da revolução popular
Combatentes
França Governo francêsFrança Milícia parisiense(antecessora da Guarda Nacional)
Principais líderes
França Bernard-René Jordan de Launay †
França Charles-Eugène de Lorraine
França Pierre-Augustin Hulin
França Camille Desmoulins
França Georges Jacques Danton
Forças
114 soldados
30 peças de artilharia
600 - 1000 revoltosos
61 guardas franceses
5 canhões
Vítimas
1 (6 ou 8 mortos após a rendição)98 mortos
73 feridos
Tomada da Bastilha (em francêsPrise de la Bastille), também conhecida como Queda da Bastilha, foi um evento central da Revolução Francesa, ocorrido em 14 de julho de 1789. Embora a Bastilhafortalezamedieval utilizada como prisão, contivesse apenas sete prisioneiros na época, um deles chamado Vitor de Bem (comandante do império Hungaro), sua queda é tida como um dos símbolos daquela revolução, e tornou-se um ícone da República Francesa. Na França, o quatorze juillet (14 de julho) é um feriado nacional, conhecido formalmente como Festa da Federação, conhecido também como Dia da Bastilha em outros idiomas. O evento provocou uma onda de reações em toda a França, assim como no resto da Europa, que se estendeu até a distante Rússia Imperial.
Durante o reinado de Luís XVI, a França passava por uma grande crisefinanceira, desencadeada pelo custo da intervenção do país na Guerra Revolucionária Americana, e exacerbada por um sistema desigual de taxação. Em 5 de maio os Estados-Gerais de 1789 se reuniram para lidar com o problema, porém foram impedidos de agir por protocolos arcaicos, e pelo conservadorismo do Segundo Estado, que consistia da nobreza - 1,5% da população do país na época. Em 17 de junho o Terceiro Estado, com seus representantes vindos da classe média, ou bourgeoisie (burguesia), se reorganizou na forma da Assembleia Nacional, uma entidade cujo propósito era a criação de uma constituição francesa. O rei inicialmente opôs-se a este acontecimento, porém acabou sendo obrigado a reconhecer a autoridade da assembleia, que passou a ser chamada de Assembleia Nacional Constituinte.
A invasão da Bastilha e a consequente Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadãoformaram o terceiro evento desta fase inicial da revolução. A primeira havia sido a revolta da nobreza, ao se recusar a ajudar o rei através do pagamento de impostos.[1] A segunda havia sido a formação da Assembleia Nacional e o Juramento da Sala do Jogo da Péla.
A classe média havia formado a Guarda Nacional, ostentado rosetas tricolores, em azul, branco e vermelho, que logo se tornariam o símbolo da revolução.
Paris estava à beira da insurreição e, nas palavras de François Mignet, "intoxicada com liberdade e entusiasmo",[2] mostrando amplo apoio à Assembleia. A imprensa publicava os debates realizados na Assembleia, e o debate político acabou se espalhando para as praças públicas e salões da capital. O Palais-Royal e seus jardins tornaram-se palco de uma reunião interminável; e a multidão ali reunida, enfurecida, decidiu arrombar as prisões da Abbaye para soltar alguns granadeiros que teriam sido presos por se negarem a disparar contra o povo. A Assembleia encaminhou os guardas presos à clemência do rei, e após retornarem à prisão, acabaram por receber o perdão. As tropas, até então consideradas confiáveis pelo rei, agora passaram a tender pela causa popular.[3]

História[editar | editar código-fonte]

A grande prisão do estado terminou sendo invadida porque um jornalista, Camille Desmoulins, até então desconhecido, fez um discurso em frente ao Palácio Real e pelas ruas dizendo que as tropas reais estavam prestes a desencadear uma repressão sangrenta sobre o povo de Paris. Todos deviam socorrer-se das armas para defender-se. A multidão, num primeiro momento, dirigiu-se aos Inválidos, o antigo hospital onde concentravam um razoável arsenal. Ali, apropriou-se de vinte e oito mil mosquetes e de alguns canhões. Correu o boato de que a pólvora porém se encontrava estocada num outro lugar, na fortaleza da Bastilha. Marcharam então para lá. A massa revoltosa era composta de soldados desmobilizados, guardas, marceneiros, sapateiros, diaristas, escultores, operários, negociantes de vinhos, chapeleiros, alfaiates e outros artesãos, o povo de Paris enfim. A fortaleza, por sua vez, defendia-se com 32 guardas suíços e 82 "inválidos" de guerra, possuindo 15 canhões, dos quais apenas três em funcionamento.
Durante o assédio, o marquês de Launay, o governador da Bastilha, ainda tentou negociar. Os guardas, no entanto, descontrolaram-se, disparando na multidão. Indignado, o povo reunido na praça em frente partiu para o assalto e dali para o massacre. O tiroteio durou aproximadamente quatro horas. O número de mortos foi incerto. Calculam que somaram 98 populares e apenas um defensor da Bastilha.
Launay teve um fim trágico. Foi decapitado e a sua cabeça espetada na ponta de uma lança desfilou pelas ruas numa celebração macabra. Os presos, soltos, arrastaram-se para fora sob o aplauso comovido da multidão postada nos arredores da fortaleza devassada. Posteriormente a massa incendiou e destruiu a Bastilha, localizada no bairro Santo Antônio, um dos mais populares de Paris. O episódio, verdadeiramente espetacular, teve um efeito eletrizante. Não só na França mas onde a notícia chegou provocou um efeito imediato. Todos perceberam que alguma coisa espetacular havia ocorrido. Mesmo na longínqua Königsberg (hoje Kaliningrado, na Prússia Oriental), atingida pelo eco de que o povo de Paris assaltara um dos símbolos do rei, fez com que o filósofo Immanuel Kant, exultante com o acontecimento, pela primeira vez na sua vida se atrasasse no seu passeio diário das 18 horas.
A queda da Bastilha, no 14 de Julho de 1789, ainda hoje é comemorada como o principal feriado e evento francês.

Referências

  1. Ir para cima Gross, David. We Won’t Pay!: A Tax Resistance Reader. [S.l.: s.n.] pp. 139–153. ISBN 1434898253
  2. Ir para cima Mignet, François. History of the French Revolution from 1789 to 1814, disponível no Projeto Gutenberg.
  3. Ir para cima Sua pesquisa - Queda da Bastilha, durante a Revolução Francesa

Défilé aérien du 14 juillet 2018 / Fête Nationale / Champs Elysées / Bas...




Publicado em 14 de jul de 2018
1ere partie du défilé militaire aérien ( avions ) du samedi 14 juillet 2018 / Fête Nationale / Champs Elysées / Bastille Day Air Show

Moisés e seu material artesanal kaingang


Caingangues
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Caingangues
Kaingang
Kanhgág
Azelene Kaingang.jpeg
Azelene Kaingang, índia caingangue integrante da Comissão Nacional de Articulação da 1ª Conferência Nacional dos Povos Indígenas
População total
33.064 (FUNASA - 2009)
Regiões com população significativa
Sudeste e Sul do Brasil
Línguas
Religiões
Os cainganguesKainguangskaingangkanhgágguainás,[1]coroadosbugresbotocudos,[2]camés ou xoclengues[3] são um povo indígena do Brasil. Sua língua, a língua caingangue, pertence à família linguística , a qual, por sua vez, pertence ao tronco linguístico macro-jê. Sua cultura desenvolveu-se à sombra dos pinheirais (Araucaria brasiliensis). Há pelo menos dois séculos, sua extensão territorial compreende a zona entre o Rio Tietê (São Paulo) e o rio Ijuí(nordeste do Rio Grande do Sul). No século XIX, seus domínios se estendiam para oeste, até San Pedro, na província argentina de Misiones.
Atualmente, os caingangues ocupam cerca de 300 áreas reduzidas, distribuídas sobre seu antigo território, nos estados de São PauloParanáSanta CatarinaRio Grande do Sul, no Brasil. Sua população é de aproximadamente 34 mil pessoas.[4] Os caingangues estão entre os cinco povos indígenas mais numerosos no Brasil atualmente.[5] Na literatura internacional, o termo "caingangues" tem designado o povo que, na literatura de língua portuguesa, é chamado "xoclengue" (que hoje se autodenominam laklãnõ). Os xoclengues foram descritos por Jules Henry (1941: Jungle People: A Kaingáng Tribe of the Highlands of Brazil), pesquisador que esteve entre eles no início da década de 1930, no leste de Santa Catarina. Por isso, o que se costuma referir na literatura internacional como característica da cultura caingangue é, na verdade, característica da cultura xoclengue, segundo a descrição de Jules Henry.
As formas aportuguesadas "caingangue" e "xoklengue" são menos comuns nas publicações antropológicas e etnográficas. Especialmente a partir de uma convenção elaborada pela 1a Reunião Brasileira de Antropologia, em 1953, os usos mais correntes são KaingangXokleng, caigangues e kanhgág.

quinta-feira, 14 de junho de 2018

Sem olhar a quem

Sem olhar a quem: Amauri doa sangue há mais de 20 anos e já pode ter salvo mais de 800 vidas. Enfermeira que trabalha coletando sangue no Hemobanco, em Curitiba, também é a maior doadora da instituição. Leia mais em Tribuna do Paraná.

terça-feira, 22 de maio de 2018

Urban farmer Jon Walsh finds fertile ground in Tokyo

Urban farmer Jon Walsh finds fertile ground in Tokyo: Seven years ago, Jon Walsh watched as earthquakes shook his home country of New Zealand and his current home in Japan. Like many, his mind turned to disaster-preparedness; however, his train of thought took a different track: food security. He planted a garden and found the 6 x 1-meter space…

Dúvidas éticas

domingo, 25 de março de 2018

Grupo Solidário - Teto Brasil

Prezados Solidários!

Considerando a doação, já depositado na conta do Grupo Solidário, do valor equivalente à uma casa a ser construída pelo Grupo Teto, apresentamos o Proj. 068 – Construção de uma Casa – Grupo Teto – R$ 5.150,00

O grupo “Teto Brasil” foi fundado em 01.09.2008 com o objetivo de dar dignidade às famílias moradoras de favelas, em condições precárias e já quase sem esperanças de verem uma de suas necessidades primárias atendidas (alimentação – vestuário – moradia).
O TETO existe em 19 países da América Latina e Caribe, possuindo 48 mil voluntários no Brasil, sendo 3.000 no Paraná, tendo construído mais de 3.000 moradias sendo 171 no Paraná.
Trabalham com jovens voluntários que adquirem assim a consciência da importância do voluntariado e da solidariedade humana.
Nos dias 27 e 28 de abril o TETO realizará um mutirão para construção de 20 casas tendo seu custo reduzido em função de doações, patrocínios e o fato de serem erguidas pelo sistema de mutirão com pessoas voluntárias.
Obs: Não vamos colocar em votação pois o valor foi doado com destinação específica para este projeto.

Abraços Solidário!

“FAZER O BEM, FAZ BEM!”
https://youtu.be/EG8NKBH9-B4

terça-feira, 13 de março de 2018

Exportação de fábricas, usinas e siderúrgicas poluidoras - nós importam...

Indulto de Natal e a Constituição Federal 20180313074540

A importância da Lava Jato 20180313073423

que beleza DSCN0619

segunda-feira, 12 de março de 2018

A Biblioteca Pública do Paraná convida a comunidade em geral para palestra: “Como se tornar um vencedor”, com Nadir Bosch - Cônsul honorário da França


  A Biblioteca Pública do Paraná convida a comunidade em geral para
palestra: “Como se tornar um vencedor”, com Nadir Bosch - Cônsul honorário da França,  9 vezes campeão francês de atletismo, 3 vezes recordista francês de atletismo, finalista olímpico e mundial e presidente da Champions Bosch. Não somente um campeão no esporte, um campeão em realizar sonhos.
 “Em relação ao futuro, não se trata de prevê-lo, mas sim de torna-lo possível”. Esta frase de O pequeno Príncipe – Saint Exupéry – norteia esta palestra em que Nadir nos conta sua experiência pessoal em se tornar campeão!

Palestra
Dia: 13/03/18
Horário: 17h às 19h30
Local: Auditório Paul Garfunkel, 2º  andar da Biblioteca Pública do Paraná.
Informações: Seção Braille– 3221-4980/3221-4985



Cleomira F. Burdzinski 
Chefe - Seção Braille
Biblioteca Pública do Paraná

terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

Árvores e segurança do pedestre 20180218102737

e se os cachorros escaparem? 20180218102437

Paraná e Santa Catarina - segurança do pedestre 20180218102259

Vias rápidas e correções necessárias em Curitiba 20180218102057

Calçadas de pedras irregulares - soluções provisempres 20180218101513

Meio Ambiente Urbano e cidades perigosas

domingo, 18 de fevereiro de 2018

As canaletas mal usadas 20180218100650

Intervenção no Rio de Janeiro e o crime organizado 20180218093517

Geração de provas e reclamações 20180218093231

Olá Cidadão - 156 que pode evoluir e é importante 20180218092639