sábado, 6 de agosto de 2016

Optaram pelas florestas



Com certeza inúmeros cientistas estão preocupados com o clima e o meio ambiente. O tema afeta diretamente, pesadamente, mortalmente países que dominaram a Natureza e agora sentem suas reações de inúmeras formas. A Olimpíada de 2016 escolheu bem um tema delicado e apolítico. Seria apenas isso?
O impacto da sociedade humana no meio ambiente cairia drasticamente em pouquíssimo tempo se os seres humanos tivessem educação e orientações adequadas de comportamento, simplesmente. O desperdício (que gera fortunas imensas) de energia, petróleo e seus derivados, alimentos (que inclusive criam pessoas gradativamente maiores e dispendiosas), arquitetura irresponsável, urbanismo distante dos desafios do século 21 (com destaque para a viabilização do pedestre) etc. mudariam tudo, mas isso não dá votos nem dinheiro, poder.
Para continuar gastando surgem novas tecnologias, todas elas alegando serem limpas...
Os lobbies industriais e comerciais induzem pensamentos equivocados e temerários, pois a verdade é que em poucos meses principalmente os grandes países consumidores poderiam reduzir drasticamente a poluição. Depois, evidentemente, é confiar no progresso da pesquisa aplicada ao tema, inclusive, quem sabe, na reengenharia do corpo humano.
As Olimpíadas são o grande evento esportivo que os gregos inventaram[i]. Já foram objeto, em princípio, de conceitos religiosos, políticos, atávicos e tribais. O ápice desse fenômeno aconteceu em 1936 [ (OS JOGOS OLÍMPICOS DE 1936 - BERLIM Enciclopédia do Holocausto), (Berlim 1936: Quando tudo se perdeu s.d.)] eem plena Alemanha, cujos jornais, alguns, imaginamos,  criticam (Empolgação e zombaria", diz imprensa alemã 2016) os brasileiros em 2016.
Com certeza, contudo, as Olimpíadas Rio 2016 começaram maravilhosamente, sempre lembrando como as autoridades que comandaram o espetáculo em 5 de agosto de 2016 destacaram: o Brasil e Mundo estão passando por uma tremenda crise econômica, social e política. Os realizadores desse evento e os governos envolvidos fizeram milagres apesar de inúmeros percalços e dúvidas. O desastre brasileiro, que se reflete em desemprego, violência etc. a partir da corrupção desenfreada que a Operação Lava Jato está mostrando algo só possível em um país livre, democrático.
Realmente os brasileiros tendem à vida lúdica e não guerreira, algo que outros povos começam a entender.
Economia? Um país continental e recente tem desafios monumentais, inclusive a camisa de força imposta por aqueles que fabricam e gerenciam dinheiro.
Prioridades? O Rio de Janeiro significa investimento, será uma fonte inesgotável de divisas se resolver os problemas que a própria Olimpíada destaca.
Aprendemos a repensar em serviços essenciais, habitação, educação, segurança, há muito a ser feito na excapital federal e em praticamente todas a cidades brasileiras. Isso significa trabalho, oportunidades, empregos, investimentos, tecnologia...
Nossos jovens estão vendo as Olimpíadas, que maravilha.
Hoje acordamos com orgulho de pensar que somos brasileiros.

Cascaes
6.8.2016



[i] Wikipédia em 6 de agosto de 2016 - Os Jogos Olímpicos antigos foram uma série de competições realizadas entre representantes de várias cidades-estado da Grécia antiga, que caracterizou principalmente eventos atléticos, mas também de combate e corridas de bigas.[1] A origem destes Jogos Olímpicos é envolta em mistério e lendas.[2] Um dos mitos mais populares identifica Hércules e Zeus, seu pai, como os progenitores dos Jogos.[3][4][5] Segundo a lenda, foi Hércules que primeiro chamou os Jogos "Olímpicos" e estabeleceu o costume de explorá-los a cada quatro anos.[6] A lenda persiste que, após Hércules ter completado seus doze trabalhos, ele construiu o estádio Olímpico como uma honra a Zeus. Após sua conclusão, ele andou em linha reta 200 passos e chamou essa distância de estádio (em grego: στάδιον, latim: stadium, "palco"), que mais tarde tornou-se uma unidade de distância. Outro mito associa os primeiros Jogos com o antigo conceito grego de trégua olímpica (ἐκεχειρία, ekecheiria).[7] A data mais aceita para o início dos Jogos Olímpicos antigos é 776 a.C., que é baseada em inscrições, encontradas em Olímpia, dos vencedores de uma corrida a pé realizada a cada quatro anos a partir de 776 a.C.[8] Os Jogos Antigos destacaram provas de corrida, pentatlo (que consiste em um evento de saltos, disco e lança-dardo, uma corrida a pé e luta), boxe, luta livre e eventos equestres.[9][10] Diz a tradição que Coroebus, um cozinheiro da cidade de Elis, foi o primeiro campeão olímpico.[11]
As Olimpíadas foram de fundamental importância religiosa, com eventos esportivos ao lado de rituais de sacrifício em honra tanto a Zeus (cuja famosa estátua por Fídias estava em seu templo em Olímpia), quanto a Pélope, o herói divino e rei mítico de Olímpia. Pélope era famoso por sua corrida de bigas com o Rei Enomaude Pisatis.[12] Os vencedores das provas foram admirados e imortalizados em poemas e estátuas.[13][14] Os Jogos eram realizados a cada quatro anos, e este período, conhecido como uma Olimpíada, foi usado pelos gregos como uma das suas unidades de medição do tempo. Os Jogos foram parte de um ciclo conhecido como os Jogos Pan-Helénicos, que incluem os Jogos Píticos, os Jogos de Nemeia, e os Jogos Ístmicos.[15]
Os Jogos Olímpicos chegaram ao seu apogeu entre os séculos VI e V a.C., mas, depois, perderam gradualmente em importância enquanto os romanos ganharam poder e influência na Grécia. Segundo alguns autores, o declínio do espírito olímpico não se inicia no período romano e sim no período helenístico. Uma das causas mais importantes para se compreender esse declínio é a mudança do status de cidadão/soldado para súdito (soldado/profissional ou atleta/profissional). Dessa forma o profissionalismo se realizou como efeito da mudança política e não como a própria causa das mudanças ocorridas do período clássico para o helenístico.[16]
Não há consenso sobre quando os Jogos terminaram oficialmente; a data mais comum, é 393 d.C., quando o imperador Teodósio I declarou que todas as práticas e cultos pagãos seriam eliminados.[17] Outra data é 426 d.C., quando seu sucessor Teodósio II ordenou a destruição de todos os templos gregos.[18] Os Jogos Olímpicos não voltaram a ser realizados novamente até o final do século XIX.

Empolgação e zombaria", diz imprensa alemã. 8 de 2016. http://www.dw.com/pt/empolga%C3%A7%C3%A3o-e-zombaria-diz-imprensa-alem%C3%A3/a-19453064.
OS JOGOS OLÍMPICOS DE 1936 - BERLIM. Enciclopédia do Holocausto. https://www.ushmm.org/wlc/ptbr/article.php?ModuleId=10005680 (acesso em 09 de 8 de 2016).
Paulo, IG São. Berlim 1936: Quando tudo se perdeu. s.d. http://esporte.ig.com.br/olimpiadas/berlim-1936-quando-tudo-se-perdeu/n1237884565746.html (acesso em 6 de 8 de 2016).


terça-feira, 26 de julho de 2016

Sakurajima Erupcion Japon 2016







Publicado em 25 de jul de 2016
#ULTIMAHORA

IMPRESIONANTE ERUPCION HACE UNOS MINUTOS DEL MONTE SAKURAJIMA EN JAPON!!!!

#FUENTE EL DESPERTAR A UN NUEVO MUNDO

segunda-feira, 25 de julho de 2016

Senador Eduardo Suplicy, reintegração de posse, políticas urbanas, Constituição Brasileira, Jurisprudência, Poder Judiciário e Direitos Humanos, leis brasileiras, invasão

Vídeo completo: Eduardo Suplicy protesta em reintegração de posse em SP ✓







Publicado em 25 de jul de 2016
Eduardo Suplicy protesta em reintegração de posse em SP e é detido.

O ex-senador Eduardo Suplicy foi preso pela Polícia Militar durante protesto contra reintegração de posse de uma área na zona oeste da cidade de São Paulo, informou a assessoria de imprensa do político. Suplicy apoiava as famílias que se manifestam contra a ordem de despejo na ocupação Terra Pelada, no Jardim Raposo Tavares.

Suplicy foi levado para o 75º Distrito Policial, no Jardim Arpoador. Mais cedo, houve confronto com os manifestantes, que soltaram rojões e jogaram pedras contra a tropa de choque da polícia, que revidou com bombas de efeito moral.

De acordo com a PM, por volta das 9h, houve também troca de tiros e um policial foi atingido no colete de proteção, sem sofrer ferimentos.

Os moradores protestam desde o início da madrugada. Eles tentaram queimar um ônibus, fizeram barricadas e atearam fogo em pneus.

A área, na rua José Porfírio de Souza, 892, no Jardim Raposo Tavares, pertence à prefeitura de São Paulo. Segundo decisão da Justiça, emitida pela 9ª Câmara de Direito Público, o local apresenta alto risco de deslizamento, por ser região de encostas.

Parecer da Defesa Civil avaliou que as construções precárias na área aumentam os riscos de desabamentos e até mesmo de incêndio. "Há ainda muito lixo e entulho no local, bem como árvores queimadas e visível dano ambiental", diz o documento.

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Fonte: https://noticias.terra.com.br/brasil/...

Eduardo Suplicy é preso em protesto contra reintegração de posse







Publicado em 25 de jul de 2016
Ex-senador Suplicy, detido por obstrução de Justiça e desobediência ao tentar impedir reintegração de posse em SP

sábado, 23 de julho de 2016

Capitalismo Social: O LADO OCULTO DAS DROGAS

Capitalismo Social: O LADO OCULTO DAS DROGAS: Sheik Al-Kaparra Texto que saiu na lista  Malkhut  sobre o lado espiritual do uso de drogas e o que cerca o drogado (permanecendo invis...

sexta-feira, 22 de julho de 2016

#1 Leandro Karnal e Luiz Felipe Pondé • 20/07/2016 • Jornal da Cultura







Publicado em 21 de jul de 2016
Trecho em que eles comentam sobre trabalho, leis trabalhistas e as dificuldades de ter uma empresa no Brasil.
clique no link e assista a Parte 2 ► https://youtu.be/HU4ag-68nHA

Assista na íntegra o Jornal da Cultura ► https://youtu.be/3ES8OYUMY8w
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#2 Leandro Karnal e Luiz Felipe Pondé • 20/07/2016 • Jornal da Cultura





Publicado em 21 de jul de 2016
Nesta segunda parte, eles comentam sobre fracasso, terrorismo, Donald Trump...

clique no link e assista a Parte 1 ► https://youtu.be/AZnG77NRMmk

Assista na íntegra o Jornal da Cultura ► https://youtu.be/3ES8OYUMY8w
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Politicamente Incorreto - em tempos de fanatismos

Politicamente incorreto

Hipóteses


1 – É mais fácil “acreditar” do que negar afirmações de gente poderosa ou amiga.
2 – O senso comum prevalecendo, se fosse correto, o mundo seria muito melhor.
3 – As pessoas são extremamente influenciáveis.
4 – A saturação do planeta Terra com as atividades humanas já ultrapassou limites sensatos.
5 – A Humanidade precisa se preparar para sobreviver a acidentes, fenômenos naturais, epidemias, terrorismo e fanatismos.
6 – Instalações, hábitos, direitos e serviços essenciais devem, urgentemente, serem corrigidos, aprimorados e modificados a favor da sustentabilidade.


Tese


O que se considera politicamente incorreto merece atenção, pois é um espaço de soluções renegadas dentro do comodismo de raciocínio.

Ponderações


O livro ([org.], Foucault - a coragem da verdade) traz o que Michel Foucault entende e defende como “parrhesia” (pgs. 59 e 60):

“A parrhesia é um tipo de atividade verbal na qual o falante tem uma relação específica com a verdade por meio do falar francamente, uma certa relação com sua própria vida por meio do perigo, um certo tipo de relação consigo mesmo ou com os outros por meio do criticismo (crítica de si ou de outrem), e uma relação específica com a lei moral por meio da liberdade e do dever. Mais exatamente, a parrhesia é uma atividade verbal na qual um falante exprime sua relação pessoal com a verdade e arrisca sua vida, pois considera que o dizer verdadeiro é um dever em vista de melhorar ou ajudar a vida dos outros (assim como ele faz consigo mesmo).”

Dizer a verdade significa muito, pois na “Academia”, nos partidos políticos e organizações religiosas lideranças e mestres criam muitos conceitos e preceitos humanistas estabelecendo proposições e comportamentos que são autênticos dogmas modernos.
Se antes as religiões impunham crenças, agora defensores dos Direitos Humanos, principalmente, usam e abusam de forma irresponsável de conceitos e afirmações que talvez não se sustentem na vida em geral.
Para a sobrevivência individual e geral é fundamental o exercício da verdade de forma radical, a começar pelo conhecimento profundo de nós mesmos (ver a história da Escola Cínica e Diógenes Dion nas obras de Michel Foucault).
Crenças e afirmações precisam de coragem, convicções que em casos extremos poderão desmoralizar quem as propõem veementemente. Acima de tudo precisamos saber até onde estamos dispostos a lutar e fazê-lo com a convicção necessária e suficiente, sempre lembrando que poderíamos ter feito outras opções melhores, mais próximas da vida real, justa e necessária.
Com certeza muitas guerras não teriam acontecido se os soldados antes pensassem e soubessem o que teriam que enfrentar. “Bons líderes” estimulam o otimismo, falam de honrarias, heroísmo, etc. Eles, contudo, normalmente se escondem, ficam protegidos, afinal se enxergam tão importantes que não poderão se expor. Isso vale em muitas situações, principalmente na vida pública onde políticos mais “espertos” convocam seus admiradores a atos radicais, ficando à espreita dos resultados para poderem escolher o momento de entrar em cena (Cascaes).
Somos seres mortais em um imenso teatro, mas na realidade viajamos sempre, vivemos corrigindo e mudando personagens. É hipocrisia afirmar “sempre fui assim”.  Não mudar de acordo com nossos sentimentos de segurança e instinto de sobrevivência poderá ser extremamente doloroso.
Em tempos de censura feroz o ideal é viver em círculos restritos, desenvolver técnicas de silêncio pois a exposição tem muitos riscos, lamentavelmente a vigilância do Estado é mais e mais necessária com o crescimento do fundamentalismo religioso.
Giordano Bruno (Montaldo, Volonté e Rampling, Giordano Bruno) foi um exemplo magnífico dessa condição e durante o último período militar no Brasil tivemos modelos de diversos comportamentos, entre eles o de um político famoso nesses últimos anos que praticamente viabilizou o desmonte do pessoal que se preparava para a luta no Araguaia (Morais e Silva).
Nada pior do que o arrependimento tardio. O correto é saber evitar situações que de antemão saibamos serem insuportáveis.
Em casos extremos devemos raciocinar como passageiros, oficiais, marinheiros em um grande navio enfrentando tempestades e finalmente afundando, como agiremos realmente?
Qualificar, classificar, entender e se relacionar com seres humanos é essencial à nossa sobrevivência, afinal, que significado teria para nós o planeta Terra e a Humanidade se vivêssemos em outro planeta de outra constelação?
O pragmatismo é necessário a quem deseja viver com tranquilidade. Caso contrário a vida será provavelmente mais empolgante, será um esporte radical, devemos, contudo, saber escalar e descer montanhas.
Teorizar é fácil para aqueles que não têm responsabilidades executivas, de comando e gerenciamento.
Vemos, lemos e ouvimos “conselhos de especialistas” que simplesmente não servem para nada em situações de grande responsabilidade.
E o ser humano é fruto de seu ambiente, história, acidentes, incidentes, saúde, educação, etc. Coleções de indivíduos que denominamos famílias, tribos, nações, raças e outras coisas trazem consigo uma série de fatores que os personalizam, singularizam.
O corpo humano e sua forma de pensar e agir formam uma máquina excepcional, merecendo muito cuidado ao ser avaliado, muito mais em aglomerações aleatórias...
Existem diferenças.
O desafio é a evolução, em que sentido?
As guerras mundiais e todas as outras (passadas, presentes e futuras) mostram a fragilidade de nossa inteligência. Argumentos absurdos geraram genocídios, campos de concentração, crematórios e holocaustos, diásporas, refugiados desesperados, experiências e matanças inacreditáveis há pouco tempo. Vamos ver a repetição desses eventos se não pudermos transmitir aos mais jovens sentimentos de fraternidade e solidariedade.
As ferramentas para educação têm alcance mundial, o pesadelo, contudo, é que transmitem padrões diversos, frequentemente contraditórios, pois só quem lecionou sabe como os alunos podem se fixar em detalhes irrelevantes.
As grandes religiões e ideologias são os melhores exemplos possíveis. Belíssimos ensinamentos e conceitos ganham rituais, formalismos e enfeites, dando ao crente a sensação de respeito quando seus pensamentos e atitudes demonstram o contrário.
A censura é algo extremamente perigoso, mas a própria liberdade é relativa.
Infelizmente a hostilidade recíproca cria fortunas. O exemplo mais absurdo e comum entre nós é o das torcidas em torno de clubes de futebol. Empresas com profissionais que jogam, se bem pagos, motivam autênticas guerras que fazem a delícia de certo tipo de comentarista e empreendedor de futebol. Afinal, não fosse a paixão, que emprego teriam?
Admitir as diferenças e saber aproximar positivamente as pessoas é o desafio do século 21. Todos são importantes na luta pela sobrevivência das nações.
O que, entretanto, merece análises é até onde podemos aceitar teses humanistas e desprezar a realidade eventualmente degradante e agressiva?
O ser humano desde que surgiu age e reage contra tudo e todos, assim a evolução aconteceu até chegarmos ao nível em que estamos. Em qualquer espaço geográfico encontraremos pessoas com crenças e comportamentos nem sempre aceitáveis (e vice e versa). A intolerância explode em casos extremos.
O recrudescimento do terrorismo padrão século 21 é assustador, mais ainda diante da tremenda fragilidade estrutural de cidades e tudo o que existe para mantê-las. Muitos não percebem detalhes críticos e seria imprudente chamar a atenção do que é possível. É justo, portanto, estabelecer limites, critérios, padrões de vigilância e limitações lamentavelmente necessárias.
Refugiados aos milhões migram de qualquer jeito, mas trazendo culturas e vontades eventualmente incompatíveis com os lugares onde se instalarem. Durante toda a história da Humanidade esse foi um processo darwinista crudelíssimo.
Em cálculo, lógica e em filosofia podemos demonstrar teses e equações “por absurdo” (Curvello), nos limites extremos. Levando variáveis ou parâmetros a valores elevados ou minimizados, ou com situações contrárias à rotina poderemos ver se a tese se mantém. Assim, por exemplo, seria o caso de perguntar se qualquer família aceitaria ser vizinha de talibans, canibais ou agrupamentos de pessoas sem respeito ao que tiverem...
Encontramos muitos radicais de mesa de bar que não calculam nem medem as consequências do que afirmam.
Tudo tem custos e benefícios.
A radicalização de Direitos Humanos deve ser acompanhada pelas obrigações, os deveres de qualquer cidadão, família, comunidade e até clubes esportivos, ONGs, governos etc.
O discurso fácil e comum é assumir a postura simpática, agradável a quem ouve. O desafio, principalmente em sistemas democráticos, é saber o custo das decisões em todos os sentidos.
Com certeza os deveres mais universais serão o da própria sobrevivência e a partir daí os sentimentos e ações de amor ao próximo, respeito, fraternidade. Nada é absoluto e cada unidade pensante precisa decidir. A liberdade é fruto da responsabilidade social, se não fosse assim já teríamos desaparecido da superfície terrestre.
Precisamos discutir com isenção de espírito cada situação que põe em risco a nossa sobrevivência, afinal é um direito natural, essencial à vida. Não se trata de pagar o passado, nenhum povo é inocente e se valem certas teorias somos todos descendentes de poucos animais. O que precisamos saber, entender, negociar, propor e praticar é a solução para o cenário atual e futuro. O passado serve como base de experimentos e estudo de comportamentos.
Com facilidade podemos sentir o espírito de estudos, livros, discursos e propostas equivocadas, ainda que extremamente sintonizadas com as melhores intenções. Normalmente os temas mais sensíveis são desprezados. Isso é ruim, perigoso. Temos conquistas que não podem ser perdidas por atavismos humanitários...
O desafio dos teóricos e ativistas é dimensionar suas teses e vontades.
Cascaes
Curitiba, 22.7.2016


[org.], Frédéric Gros. Foucault - a coragem da verdade. Trad. Marcos Marcionilo. Parábola Editorial, s.d. <http://livros-e-filmes-especiais.blogspot.com/2013/09/foucault-coragem-da-verdade.html>.
Curvello, Eduardo. DEMONSTRAÇÃO POR ABSURDO. s.d. 3 de 9 de 2015. <http://www2.ifsp.edu.br/edu/prp/sinergia/complemento/sinergia_2008_n2/pdf_s/segmentos/artigo_06_v9_n2.pdf>.
Montaldo, Giuliano, Gian Maria Volonté e Charlotte Rampling. Giordano Bruno. Livros e Filmes especiais. <http://livros-e-filmes-especiais.blogspot.com.br/2010/06/giordano-bruno.html>.
Morais, Taís e Eumano Silva. Operação Araguaia. s.d. <http://livros-e-filmes-especiais.blogspot.com.br/2011/10/operacao-araguaia.html>.

terça-feira, 19 de julho de 2016

Blog do Antonio Morais: RENAN DESAFIA O BRASIL E A LAVA JATO

Blog do Antonio Morais: RENAN DESAFIA O BRASIL E A LAVA JATO: De sorrisinho no rosto, Renan Calheiros lê, durante 16 minutos e 55 segundos, um discurso repleto de absurdos. Em pronunciamento oficia...

Blog do Antonio Morais: Lula é um desgraçado e Dilma uma bandida: João dec...

Blog do Antonio Morais: Lula é um desgraçado e Dilma uma bandida: João dec...: O ex-marqueteiro do PT, João Santana, resolveu aderir à proposta de delação premiada incentivada pela sua esposa, Mônica Moura. Antes re...

segunda-feira, 18 de julho de 2016

José Goulão: Estado Islâmico e petróleo de sangue - Portal Vermelho

José Goulão: Estado Islâmico e petróleo de sangue - Portal Vermelho: O chamado Estado Islâmico, ou Isis, ou Daesh – um dos muitos heterônimos da rede terrorista mundial de índole “islâmica” – é uma espécie de inimigo público nº 1, autor putativo de toda e qualquer ação de violência que seja praticada, monstro de mil e uma cabeças que atingiu uma dimensão criminosa dir-se-ia imbatível e que, para admiração geral, nasceu do nada, ninguém apoia, nem sustenta, nem financia, nem arma, nem protege, nem dele se serve.

Por José Goulão, especial para o Portal Vermelho

domingo, 17 de julho de 2016

'Erdogan main beneficiary of coup: Now crushing opposition, firing judge...







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Turquia – o golpe de Erdogan

Turquia – o golpe de Erdogan: Iniciada na passada sexta-feira, dia 15, e terminada em fracasso menos de 24 horas depois, a nova irrupção dos militares na cena política turca foi tão patética que deixou perplexo o mundo inteiro e levantou até suspeitas de que a aparente tentativa de golpe poderia afinal ter sido montada pelo próprio presidente do país.

quarta-feira, 13 de julho de 2016

PERCA TEMPO - O BLOG DO MURILO: Dilma na nuvem - RUY CASTRO

PERCA TEMPO - O BLOG DO MURILO: Dilma na nuvem - RUY CASTRO: FOLHA DE SP - 13/07 Vamos sentir saudades dela. Onde encontraremos outra tão deliciosamente inepta, magnificamente irresponsável e esplendid...


E eu, João Carlos Cascaes, imploro:


domingo, 10 de julho de 2016

PERCA TEMPO - O BLOG DO MURILO: Guerra civil, nossa e deles - CLÓVIS ROSSI

PERCA TEMPO - O BLOG DO MURILO: Guerra civil, nossa e deles - CLÓVIS ROSSI: FOLHA DE SP - 10/07 Duas autoridades norte-americanas, sendo uma delas o presidente Barack Obama, chegaram perto de definir como uma guerra...

terça-feira, 5 de julho de 2016

hronic Fatigue Syndrome Not in Your Head But in Your Gut

Cornell University. (2016-06-29). Chronic Fatigue Syndrome Not in Your Head But in Your Gut. Retrieved 2016-07-05, from http://www.disabled-world.com/health/neurology/sleepdisorders/cfs/cfs-me.php Direct Link: Chronic Fatigue Syndrome Not in Your Head But in Your Gut - Cornell University

segunda-feira, 4 de julho de 2016

Qualidade Total e a JUSE 20160704171431

Transparência Técnica e a evolução profissional



Em praticamente todas as profissões a evolução e a glória, o reconhecimento público é função da visibilidade e sucesso. Isso vai do esporte à qualidade de um pedreiro, artesão ou cientista, engenheiro, médico.
Infelizmente em muitos ambientes de trabalho existem sentimentos de obscurecimento de atividades que podem ser até essenciais, como é o caso da Engenharia, Sociologia, Medicina e Segurança em Urbanismo.
Entidades de planejamento de cidades esquecem os serviços essenciais, valorizando talvez excessivamente o aspecto visual e vaidades de seus chefes, sempre querendo mostrar alterações ou ajustes personalistas. Isso também tem custos, consumindo verbas que poderiam atender postos de saúde, escolas, creches, abrigos para pessoas idosas etc.
Em muitas profissões seus agentes parecem sofrer de complexo de inferioridade.
Temos, em tempos modernos, condições de destacar bons trabalhadores, o que acontece?
Nossas corporações são apáticas ou centradas na figura do seu presidente, quando deveriam cuidar mais de seus associados valorizando-os além do ambiente corporativo em que existem. Não basta colocar artigos em revistas especializadas e para isso as redes sociais seriam fantásticas.
Em treinamento de Qualidade Total, padrão JUSE em 1988 (1), vimos em todas as fábricas japonesas em que visitamos quadros de honra no mês, como também agora existem em muitas empresas brasileiras. Que legal!
E os engenheiros?
Qualquer obra deveria mostrar em placas bem visíveis quem são os profissionais responsáveis por qualquer detalhe significativo. Nome, número CREA, telefone para contato, antes, durante e após a obra, nesse final em algum lugar de destaque em alguma parede de forma permanente deveríamos conhecer os autores daquilo que usamos.
Seria extremamente importante e mais valioso que entidades especializadas certificassem qualquer profissional para o que pretender fazer. Vivemos tempos de pulverização de especialidades e os diplomas dizem muito pouco. Aliás, é bom lembrar que pessoas extraordinárias fizeram e fazem história em tese sem cursos adequados. Quem tem vocação e quer aprender pode superar inúmeros “especialistas”, algo muito comum na COPEL à época em que comecei a trabalhar nesta empresa com excelente DNA.
Infelizmente o Brasil é um país opaco, com pouco destaque para seus profissionais e precariamente apoiado em leis anacrônicas, mal regulamentadas, pessimamente aplicadas. Por quê?
É bom ponderar que esse é um vício quase universal, o que em muitos casos é destaque é o nome da autoridade máxima que determinou a realização do que turistas embasbacados admiram.
Brasília, por exemplo, assim como o Museu do MON em Curitiba: quem são os projetistas além dos arquitetos e urbanistas, quem fez o cálculo estrutural, de segurança e mobilidade etc.?
Tudo tem Matemática, Física, Química, restrições de saúde e segurança e muito mais. Uma obra de grande porte precisa dessas análises e da identificação dos autores desses trabalhos.
Em Direito e Medicina normalmente sabemos quem faz e o resultado de seus ofícios, resultados bons e maus. Afinal sentimos diretamente seus efeitos. E nas outras atividades humanas?
Quem sabe quais são os melhores motoristas de ônibus de Curitiba? Deve ser um tremendo desafio dirigir seus veículos em canaletas com todo o stress causado por pisos malcuidados, ciclistas, pedestres, skatistas... e estacionar em estações tubo de forma adequada. Dos outros profissionais do volante o pesadelo deve ser total. Não sem razão a insalubridade é flagrante.
Precisamos de paradigmas.
É triste ver “famosos” inconsequentes e de comportamento prejudicial ao nosso povo. Devemos mostrar que os brasileiros também são eficazes em outras profissões assim como queremos vaiar, processar, prender ou multar quem se atreve a fazer o que não é capaz.

Cascaes
30.6.2016

1. Cascaes, João Carlos. 1994 - um certificado que marcou um projeto de que nos orgulhamos muito - JQC - Seminar for Brazil Top Management - JUSE. Minha história na COPEL. [Online] http://minha-historia-na-copel.blogspot.com.br/2016/07/1994-um-certificado-que-marcou-um.html.




quarta-feira, 29 de junho de 2016

Uma data para muitas lembranças

Um século e muitas diferenças



Em 29 de junho temos comemorações (datas simbólicas) memoráveis (1) e lembranças deprimentes. Há 101 anos a Humanidade estava imersa na Primeira Guerra Mundial e no Genocídio Armênio (2) que a Humanidade fazia de conta de que não existia, algo extremamente semelhante a outros que ainda acontecem.
Os guerreiros destruíam tudo, coisa de fazer inveja aos fanáticos atuais.
Para nós, família Cascaes, o dia 29 de junho é o aniversário de nascimento de Pedro Cascaes, um ser humano exemplar cuja extrema inteligência e coragem fez uma tremenda falta após seu falecimento em 27 de novembro de 1966.
Em primeiro de junho, dois anos depois de meu pai, nasceu minha mãe Francisca Baião Cascaes.
Penso muito em meu ambiente familiar de infância onde a meus pais criaram seus filhos. Era severo, mas carinhoso. Disciplinador em relação ao que fazíamos, mas altamente tolerante com ideias, questionador e educativo. Algo que se completava com as muitas personalidades de destaque no Colégio Santo Antônio em que eu tive a honra de estudar.
Nosso pai (eu, Sônia Maria e Pedro Filho) era um líder natural, uma pessoa que se impunha sem violência e extremamente preocupado com o Direito, a Justiça, a família e seus passarinhos, que adorava.
Infelizmente morreu cedo demais, fazendo muita falta a seus filhos, esposa, irmãos, irmãs e amigos, com certeza.
Somos o produto disso: família, ambiente social, culturas, eventos impactantes. Felizmente a evolução existe e agora, século 21 podemos esperar um futuro melhor para nossos descendentes se eles forem suficientemente inteligentes e capazes de escapar de processos de lavagem cerebral e padronização de comportamentos.
É bom sentir que a liberdade com responsabilidade íntima, real, honesta e competente funciona. Esse é nosso desafio se quisermos respeitar a memória de pessoas extraordinárias, como o foi Pedro Cascaes.

João Carlos Cascaes
Curitiba, 29 de junho de 2016

1. Calendário Sazonal. [Online] [Citado em: 29 de 6 de 2016.] http://www.datascomemorativas.me/.
2. Genocídio armênio. Wikipédia. [Online] [Citado em: 29 de 6 de 2016.] https://pt.wikipedia.org/wiki/Genoc%C3%ADdio_arm%C3%AAnio.





terça-feira, 14 de junho de 2016

PERCA TEMPO - O BLOG DO MURILO: Atentado terrorista em Orlando une as esquerdas e ...

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sábado, 4 de junho de 2016

O MPs e a importância de acionamento dos Ministérios Públicos

Defining Sustainability | Jason Lord | ZDAY 2016 Los Angeles







Publicado em 30 de mar de 2016
Presented at the 8th Annual Zeitgeist Day [ZDAY] in Los Angeles, CA on March 26th, 2016.

Jason Lord presents his ZDAY Keynote "Defining Sustainability" in regards to The Movement's train of thought. He discusses how Sustainability is not a thing (such as a final state) but rather an ongoing process that is observable in both the natural world and technical systems.

About:
“Zeitgeist Day” also known as “ZDAY” for short, is the Movement's global awareness campaign that features a main event with prominent Movement speakers and guests from all over the world, while working in solidarity with hundreds of other parallel events occurring during the same day and/or weekend. The gesture is one of global unity towards social betterment and a more humane society.

What is the Zeitgeist Movement?
The Zeitgeist Movement is a global sustainability activist group working to bring the world together for the common goal of species sustainability before it is too late. Divisive notions such as nations, governments, races, political parties, religions, creeds or class are non-operational distinctions in the view of The Movement. Rather, we recognize the world as one system and the human species as a singular unit sharing a common habitat.


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Paradigmas modernos

Paradigmas modernos

Participamos de uma inspeção de um prédio; entre nós um senhor humilde e malvestido era o mestre pedreiro que apoiava os engenheiros e vendedores. Aparentemente ninguém se interessou pela personalidade, pela vida daquele senhor que construiu a partir do zero uma carreira honesta, com certeza inúmeras vezes arriscando sua vida. Seu salário? Não tivemos coragem de perguntar, deve ser ridículo em relação à importância de suas atividades.
Será que seus filhos sabem quanto o pai é valoroso?
O Ministério do Trabalho e os sistemas de saúde têm estatísticas dos heróis do trabalho. Anualmente, principalmente pelo desprezo de seus patrões, centenas de milhares de brasileiros sofrem acidentes graves, morrem ou ficam com lesões permanentes em atividades de risco e insalubres. Formam um contingente de heróis na luta pela construção do Brasil, existe algum monumento ou praça, ou museu dedicado ao trabalhador anônimo que fez, constrói e trabalhará pelo Brasil?
As lutas ideológicas e principalmente o pavor das elites de que o cidadão honesto, comum, trabalhador e dedicado a uma profissão produtiva ganhe destaque explica muito da alienação a seus valores. Ao contrário, interessa a quem manda a alienação, a dispersão de atenção fora do horário do trabalho.
Até poucos tempos passados só os profissionais das guerras imperialistas mereciam respeito, afinal davam a vida em favor dos interesses alheios às suas necessidades...
Felizmente os tempos mudam. Atualmente em qualquer residência os seres humanos descobrem a importância do bom eletricista, encanador, pintor, do artífice ao profissional de nível superior que falhando transformará a vida da família em um pesadelo.
Em países mais desenvolvidos descobrimos museus fantásticos dedicados ao trabalho, à tecnologia, ao resultado de inovadores, inventores e sábios. As bibliotecas e museus tecnológicos são templos do conhecimento e dentro deles encontramos trabalhos interessantes e guias escolares mostrando a seus alunos o que encontram e explicando para quê existem.
De qualquer maneira o famoso “mercado” descobriu que a contracultura dá dinheiro, principalmente se dirigida aos jovens.
Vivemos uma época em que a grife ganhou uma importância tão grande que até nossas madames gostam de servir de outdoors. Jogadores, esportistas e atletas ostentam marcas de produtos industrializados. Os patrocinadores da mídia viabilizam programas imensos e vazios. Os especialistas em merchandising trabalham para esvaziar as mentes e encher os corações de banalidades.
O que nos preocupa é o que constatamos pessoalmente fazendo enquetes em bairros mais humildes: a maioria dos jovens quer ser jogador de futebol. E se não forem? Continuarão fascinados com as riquezas e poderes de seus ídolos? Pensarão em outras profissões? Terão orgulho de suas opções não esportivas? Serão competentes? Vão aderir ao ganho fácil da criminalidade?
Parece que instintivamente percebem, gradativamente e talvez tardiamente, que poderão ser tão vazios quanto as bolas que chutam. A vida adiante dará um choque de realidade e a percepção do tempo perdido.
Precisamos promover a honestidade, não?
As manifestações contra a corrupção ganham força e esperamos que continuem se avolumando. Mais importante seriam atos de vergonha nacional; o dia da vontade de trabalhar merece ser criado. Que as profissões, trabalhadores e suas corporações já com dias consagrados gastem esses momentos promovendo suas carreiras, especialistas, seus heróis e mártires.
Exemplificando, sempre que passamos por Itajaí, Santa Catarina, lembramo-nos do cidadão que morreu fechando válvulas de um terminal de gás que, incendiado, explodiria boa parte da cidade. Será que seu nome é relembrado anualmente?
No Setor Energético colecionamos vítimas. Os museus das concessionárias não fazem referência a esses heróis...
Algum sindicato tem galerias e museus mostrando seus grandes profissionais e suas qualidades? Quando muito aparecem em revistinhas de uso exclusivo dos seus associados, quanta alienação!
Nossas cidades se preocupam em valorizar os bons profissionais? Esquecem que a notoriedade e seus predicados dependem de idealistas, planejadores, construtores e operadores excepcionais? Naturalmente existem exceções, são poucas, contudo.
Com certeza isso existe, ainda que residualmente. Muitas ruas e praças têm nomes de professores e de outros trabalhadores, empreendedores e artistas locais; nelas descobrimos porque assim são denominadas?
Precisamos de circos, arenas, coliseus e gladiadores, gostamos atavicamente de acreditar que temos algo em comum com essa gente que corre atrás de um esférico. Ganhamos anéis de concreto monstruosos. As cidades passam a ter coisas “arquitetônicas” como se fossem bolhas de insanidade além das famigeradas “torcidas organizadas”.
Agora só falta construirmos imensos hospitais, escolas, boas creches e em número suficiente, fábricas, ateliês, objetos educativos e cidades decentes. Aproveitando o que precisamos fazer vamos trabalhar para valorizar nossos cientistas, planejadores, urbanistas, engenheiros etc. Há muito a ser feito.
A propósito, quem sabe o nome e a vida dos valentes lutadores e pesquisadores contra nossas endemias? Quem foram aqueles que de fato viabilizaram a agroindústria no Brasil? Onde estão os nomes dos técnicos e engenheiros que nos deram a infraestrutura energética de nosso país?
Está na hora de descobrirmos o Brasil que trabalha, estuda, luta pela construção de nossas vidas.
Nos finais de semana, em momentos de alienação saudável e necessária, vamos torcer pelos nossos times. Cuidado apenas para não engordar comendo salgadinhos e tomando bebidas alcoólicas, principalmente estas, patrocinadoras dos circos de concreto e espetáculos que inauguraram.

Nossos heróis serão modelos para nossos filhos...