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quarta-feira, 13 de março de 2019
A esperaça não morre - lucidez, honestidade, competência e seriedade
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quinta-feira, 27 de dezembro de 2018
Esperanças e frustrações, votos de sucesso ao Presidente eleito, Jair Bolsonaro.
As gerações nascidas de brasileiros e
brasileiras nas décadas de quarenta e anteriores ainda vivas e pensantes devem
mais uma vez refazer esperanças, afinal “a esperança é a última que morre”.
Passamos por diversas utopias num país
que após a chegada de Cabral foi colônia, monarquia, república federativa,
fascista, ditaduras, república direitista ou esquerdista conforme a época,
conservadora ou outras coisas, de modo geral produto de um povo “esperto” e
ineficaz.
Chegamos ao extremo (?? Sempre pode
piorar) da desmoralização, violência, miséria material e intelectual, pobreza
contida em alguns lugares com esmolas institucionais, demagogia e no fosso de
dívidas absurdas.
Tivemos grandes projetos, e a
qualidade? Custos? Honestidade?
A vitória do ex-deputado Jair
Bolsonaro foi emblemática. Os grandes partidos políticos e outros que tinham
lideranças tradicionais sumiram. Perderam a Presidência, mas ganharam
legisladores etc.
Sentimos agora que a santidade não é
própria dos políticos, mas a vontade e a força explícita ou implícita do
Presidente eleito parecem ser imensas. Poderemos voltar ao patamar das nações
respeitadas, desde que no realismo dos impérios (não queiramos inventar
soluções impossíveis, heterodoxas, repelidas por aqueles que governam o Mundo).
Nosso povo, mais do que nunca, deve
lembrar que o cérebro sadio pode governar o corpo nacional, principalmente se
tiver a humildade de escolher bem seus conselheiros.
Tudo indica que vamos sair desse
labirinto com remédios amargos. O maná não caiu aqui.
Mais uma vez os jovens rebeldes de
décadas passadas que sobreviveram poderão ajustar paradigmas.
Aqui ou em qualquer lugar do planeta
Terra o ser humano é imperfeito, mas sobrevive graças a gênios que em algum
momento e em algum lugar souberam corrigir longas caminhadas...
Ao final de 2018, ano terrível, resta
desejar a todos um feliz ano novo e a aceitação de mais trabalho e menos
esperteza.
Em tempo, cuidado com o reducionismo
maldoso de ver inimigos simplesmente pelas opções que fizeram, quando honestas.
Eng. João Carlos Cascaes
Curitiba, 27-12-2018
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sexta-feira, 2 de novembro de 2018
Tempos de mudanças positivas



A corrupção
e a Lava Jato
O custo da
corrupção transcende os valores apontados.
No mundo
inteiro é visível o atavismo, a paixão pelos criminosos.
O resultado
é um tremendo prejuízo social, econômico, ético, moral, técnico etc.
Com certeza
a espécie de mamíferos que denominamos “seres humanos” precisa evoluir muito e
não simplesmente crescer fisicamente, um pesadelo ecológico.
Evoluir não
é simplesmente temer ou bajular um ser superior. Acima de tudo devemos entender
que a sobrevivência da Humanidade depende de amor ao próximo em todos os
sentidos e valorização da vida, da família, da EDUCAÇÃO sadia.
Surpreendentemente
nos céus brasileiros surgem novas estrelas. Devem incomodar aqueles que gostam
de viver nas sombras.
Nosso povo
navega em mares extremamente perigosos. O que realmente necessitamos? Adorar deuses
vivos? Salvar o Brasil?
A nomeação
de bons ministros é o essencial em qualquer governo federal. Não simplesmente
agradar partidos desmoralizados.
De um jeito
ou de outro precisaremos de gente especial no comando do Brasil e Estados.
O navio ameaçava
afundar.
Parabéns Presidente
eleito Jair Bolsonaro.
Sua Excia. surpreende
positivamente, muito além das nossas expectativas.
Cascaes
2.11.2018
P.S: o
espírito e ações da Lava Jato não podem parar; fantástica a escolha do Juiz
Sérgio Moro para o Ministério da Justiça.
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domingo, 30 de julho de 2017
Política, Justiça e a Pessoa idosa
Envelhecimento, pessoa idosa, prioridades e a Engenharia
A pessoa idosa certamente foi agente ou paciente da tremenda
evolução tecnológica do século 20 e, agora, no século 21, a necessidade de
adaptação a cenários que assustam ou empolgam, dependendo do que possamos usar
e sentir.
Falar de celulares, tablets, computadores etc. é algo que
preocupa. Temos novos verbetes e frases que geram um processo de exclusão para
seres humanos sem escolaridade adequada e mais ainda a todos aqueles que
gradativamente perdem a eficácia por efeito de doenças, acidentes e o famoso
relógio biológico.
Parece que cometemos crimes hediondos quando não usamos “telemóveis”,
não dirigimos automóveis, não queremos sair correndo pelas ruas e parques,
recusamos convites até de amigos mais próximos e assim por diante.
Na terceira Idade[1]
talvez sejamos vítimas de nossas decisões técnicas quando tivemos oportunidade
de mudar ou decidir com mais consciência o que agora usamos, como, por exemplo,
aquele apartamento que era o sonho da esposa, nele mergulhando sem avaliar de
forma adequada detalhes de acessibilidade (Desenho Universal), segurança
externa e urbanismo para reunir em uma palavra detalhes eventualmente mórbidos
de vilas que puderam crescer muito.
É muito difícil a autocrítica honesta e responsável que deve
conduzir o time sênior durante o tempo de vida restante, eventualmente algumas
dezenas de aniversários adicionais.
E a Política?
Extremamente triste é sentir que tecnocratas tendem a culpar
os aposentados pelos seus erros sistemáticos, inclusive morais no exercício de
atividades políticas e institucionais.
No Brasil mergulhamos em mais uma crise econômica e
financeira. Nossa pátria empobreceu e agora condena milhões de jovens ao
desemprego e empurra até gente aposentada para filas de esmolas e cartórios de
protesto. Governantes e seus asseclas pulverizaram fortunas. Querem agora que
esqueçamos tudo em arenas, carnavais, praias e feiras catando o que for
digerível.
Naturalmente, se pensarmos em Darwin, estamos em processo de
eliminação dos mais fracos. Se lembrarmos que o Brasil é um país com potencial
para sustentar e dar trabalho a centenas de milhões de pessoas, precisamos
procurar entender o poço em que mergulhamos.
Em tempo, os gerentes da Economia talvez venham a usar dados
de redução da expectativa de vida e usem isso em seus cálculos atuariais
opacos, mal explicados, deixando impunes empreendedores desonestos e irresponsáveis,
os verdadeiros donos do Poder.
Para nossa satisfação, principalmente entre os brasileiros
que abominam esmolas, sofrendo o que for necessário, talvez vejamos rigor e
celeridade no julgamento de inúmeros administradores públicos e seus patrões
ocultos. As máfias, contudo, procuram artifícios e nomeações fiéis a seus
quintais.
A Lava Jato, Zelotes e outras operações estão criando
processos inéditos no Brasil. Talvez muitos dos políticos que fizeram leis que
agora pretendem mudar não imaginassem que eles próprios seriam alvo do rigor do
Poder Judiciário no Brasil.
Com certeza todos os argumentos mais sofisticados serão
usados na defesa dos bandidos. Têm poder e dinheiro até para mudar a
Constituição Federal. É, portanto, fundamental que nosso povo mostre a cara,
não se deixe levar pelas fantasias que desesperadamente procuram gerar (até
verbas federais para o Carnaval Carioca, só ele?).
E os brasileiros idosos? Estão com vergonha? Nós, mais
velhos, talvez tenhamos sonhado com um Brasil melhor; desprezamos, contudo, a
vigilância cívica e a participação política. Imersos em questões secundárias
esquecemos o principal: o futuro de nossos filhos, netos, bisnetos, amigos e
amigas.
Estamos vivos? Podemos gritar? Votar melhor? Apoiar quem se
atreve a lutar?
O Gigante precisa acordar.
E a Engenharia? Considerada Ciência Exata por aqueles que
desprezam minúcias pode educar para o civismo. Técnicos e Engenheiros sabem que
não adianta enganar a Natureza. Data Vênia, nossos profissionais da Justiça
precisam enquadrar os criminosos, os velhinhos agradecem.
Estamos cansados de firulas jurídicas que estão
transformando o Brasil num campo de batalha, uma autêntica guerra civil entre
aqueles que cresceram sem escolas e creches ou simplesmente mal-educados (ainda
que em gaiolas de luxo) e o resto da população, trabalhadora, séria,
responsável.
Cascaes
Curitiba, 30,7,2017
[1]
Wikipédia em 30 de julho de 2017 - Crise da meia-idade é um termo
criado em 1965 por Elliott
Jaques usado para descrever uma forma de insegurança sofrida por
alguns indivíduos que estão passando pela "meia-idade", no qual
percebem que o período de sua juventude está acabando e a idade avançada se
aproxima. Essa crise pode ser desencadeada por vários fatores relacionados com
essa época da vida, como a morte dos parentes, casos extraconjugais, andropausa, menopausa,
sensação de envelhecimento, insatisfação com a carreira profissional e saída
dos filhos de casa. Normalmente quem passa por isso sente uma enorme vontade de
mudar seus modos de vida fazendo gastos exagerados com aquisições fúteis,
abandonando o emprego ou terminando o casamento.
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